O regresso a África parece ser uma prioridade para os proprietários da Fórmula 1, a Liberty Media.
Marrocos e África do Sul já manifestaram interesse em realizar uma corrida, segundo o chefe comercial, Sean Bratches:
“O último continente habitável em que não corremos é a África. Temos tido conversas muito produtivas na África do Sul e, em menor medida, em Marrocos, sobre a realização de um grande prémio. Disseram-me que devido a considerações políticas históricas, isso cessou. Estamos a tratar disso. É muito importante para nós.”
“Há um circuito histórico na África do Sul, Kyalami. Toby Venter, dono dos concessionárias da Porsche na África do Sul, comprou o circuito e remodelou totalmente as garagens e o paddock.”
“Temos sido também abordados por Marrocos, Há um circuito em Marraquexe, mas estamos menos familiarizados com ele. Nem sei se tem a classe para correr a Fórmula 1.”
Bratches sugeriu que era inevitável que o financiamento público estivesse envolvido num projecto de Marrocos.
Marrocos, já acolheu uma ronda do campeonato mundial de Fórmula 1 no final da temporada de 1958, num percurso citadino situado em Casablanca.
Mais recentemente, o país estabeleceu um lugar firme no calendário desportivo internacional, com Marraquexe a acolher corridas citadinas a contar para o Campeonato do Mundo de Carros de Turismo (WTCC) de 2009 a 2017 – agora Taça do Mundo de Carros de Turismo (WTCR), 2018 e 2019 – e a Fórmula E de 2016 a 2019.
A mais recente visita da Fórmula 1 ao continente africano foi em 1993, quando o último dos 20 Grande Prémios sul-africanos foi realizado em Kyalami.










