A guerra Mercedes vs Red Bull está a atingir proporções raramente vistas na F1. Os dois gigantes do grande circo estão em modo “guerra total” usando todos os meios para ganhar vantagem sobre o adversário. Adrian Newey diz que não se lembra de nada assim.
Uma das “armas” que começou a ser usada desde o início da época foi forçar a FIA a ver certos componentes dos carros que poderiam dar vantagem. Aconteceu isso com o caso das “asas flexíveis” da Red Bull. Adrian Newey, que tem muita experiência em lutas pelo título, afirmou que não se lembra de uma pressão tão grande neste capítulo:
Falando numa entrevista interna produzida pela Red Bull, disse o diretor técnico disse: “Em muitos aspetos é um elogio à equipa encontrarmo-nos sob tal escrutínio por parte dos outros. Já vivemos isto antes, mas não me lembro de uma altura em que tenhamos sofrido com o mesmo nível de política de bastidores e de lobbying contra o nosso carro. Possivelmente se olharmos para trás, quando estávamos a explorar a flexibilidade em carga aerodinâmica em 2010/2011, então estávamos sob constante escrutínio e tínhamos de nos adaptar a cada mudança de regulamentos.“
“Já estivemos num ponto semelhante antes, nas últimas batalhas com a Ferrari, que envolveram também algumas queixas sobre a flexibilidade da carroçaria. “Nunca gosto particularmente da analogia de guerra – mas é uma analogia correta, e é preciso olhar para todos os aspetos possíveis para melhorar a sua posição competitiva. Essa é a natureza da Fórmula 1, e uma das coisas que a tornam tão estimulante, mas é a frequência e intensidade deste ano que é bastante reveladora”.












