Depois de dois resultados positivos no GP da Grã-Bretanha e agora na Hungria, a McLaren começa a ver os primeiros sinais risonhos da nova parceira com os japoneses da Honda. Para Eric Boullier, a equipa de Woking “tem o terceiro melhor chassis do plantel” e que poderia lutar pela Ferrari pelo terceiro posto. “É difícil fazer comparações com a Red Bull, uma vez que é preciso comparar em alta, baixa e média velocidade. Se tens mais energia, podes utilizar uma carga aerodinâmica mais elevada. Mas esta também significa mais resistência, algo que não podemos realizar porque não dispomos de ‘cavalos’ suficientes. Quando a Honda traz uma atualização da unidade motriz, nós também temos que realizar uma atualização aerodinâmica, o que se traduz em mais carga. Neste momento, temos que ser muito eficientes aerodinamicamente de modo a não sermos penalizados na velocidade de ponta”.
O francês revelou ainda algumas das dores de cabeça iniciais: “A Honda é o nosso sócio. Não é um McLaren com motor Honda. Tivemos que aprender a trabalhar em conjunto, e enfrentar as diferenças culturais e os diferentes problemas. Houve altos e baixos, mas hoje a relação é enorme. Todos os meses encontramo-nos com Yusuke Hasegawa no Japão ou em Woking, embora também ocorram muitas reuniões programas via videoconferência.










