Diretor da F1 dirige críticas aos organizadores de Baku
Greg Maffei, o novo chefe executivo da Fórmula 1, foi duro nas críticas à prova do Azerbeijão – que se estreou no calendário em 2016 – e também ao anterior ‘patrão’ da F1, Bernie Ecclestone, pela forma como selecionou certas provas para o calendário. “O que podemos extrair daquilo? Qual retorno? Depois acabamos com corridas em sítios como o Azerbeijão, onde nos pagam uma grande soma pela inscrição mas não fazem nada a longo prazo para preservar a imagem e saúde do negócio. O nosso trabalho é encontrar parceiros que nos paguem mas que também nos ajudem a promover o produto”, afirmou o novo diretor executivo da F1 à revista Forbes.
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Speedway
15 Março, 2017 at 12:50
Mas atenção que esta pista de Baku, ao contrário do que imensa gente julgava, eu incluído, é bem interessante,e representa um local com grande história, uma espécie de Mónaco da Eurásia. A história da industria petrolífera está intimamente ligada a esta rica e bonita região e ao povo culto que nela tem habitado.
Tem muito mais cabimento uma prova como esta do que os GPs do deserto ( Barhains, Abu Dhabis etc) que são esses sim, perfeitas cedências ao vil metal em zonas sem história, sem tradição sem nada finalmente.
João Pereira
15 Março, 2017 at 13:42
Concordo consigo, e recordo que este GP é um projecto que o governo local pensa ser para muitos anos, já que acredita que ser um investimento que pode dar grande incremento ao turismo naquele país. A F1 só tem que aproveitar a oportunidade de se divulgar numa zona que me parece ter grande potencial turístico e é um mercado inexplorado que poderá interessar a muitos patrocinadores da F1 e quem sabe encontrar por lá alguns novos.
Não sei porquê, mas Mr. Maffei, deve ser daqueles que têm alergia a países cujo nome acabe em ÃO, provavelmente porque nem sabe onde ficam, quanto mais como são.
Trabalhei em turismo durante bastantes anos, e uma vez tive a oportunidade de fazer uma visita turistica em Lisboa com um cliente americano, que ficou espantado quando lhe disse que Lisboa era a capital de Portugal, porque o fulano julgava que Portugal era no sul da Espanha e a nossa capital era Madrid…
F1_4ever
15 Março, 2017 at 14:26
Não me surpreende nada essa situação que relatou, muitos americanos são bastante ignorantes em relação á geografia mundial. Por isso não é surpresa terem eleito aquele novo presidente. E pelos vistos os novos donos da F1 apesar de serem muito evoluídos a nível de redes sociais (nos quais os americanos são absolutamente vicíados) também têm uma mentalidade global ignorante. A ver vamos no que se vai transformar a F1 nas mãos destes senhores.
João Pereira
15 Março, 2017 at 18:58
Foi só um exemplo, porque ouvi de tudo, até em relação ao Magellan ser o segundo oficial (imediato) de Colombo, e a todo o tipo de enormidades históricas e geográficas.
Quanto a Mr. Trump, há dias li num site que os americanos estão chateados com ele por causa da sua política internacional, e eu comentei que o mundo todo está chateado com os americanos por terem votado nele. Não sou anti-americanista, mas não lhes posso perdoar terem escolhido um arroaçeiro para presidente e comandante de um dos países que mais mexe com a politica e economia mundiais.
Mas como este site não é dedicado a politica, vou concordar consigo, e ficar algum tempo sentado à espera de ver o que eles vão fazer da nossa tão querida e tão “prostituída” F1.
Iceman07
15 Março, 2017 at 19:25
Acho que o circuito de Baku é muito melhor que, por exemplo, de Singapura.
Não têm escapatórias enormes e não é um circuito lento como é costume do Tilke. Provavelmente o Tilke devia-se dedicar a fazer somente circuitos urbanos, porque circuitos a sério é uma desgraça, com algumas excepções como Istambul e Kuala Lumpur.