Decisões para a Fórmula 1 – 2021: Nem tanto ao mar nem tanto à terra…
Os donos da Fórmula 1, a Liberty Media vão apresentar a 31 de outubro o seu novo conceito de motores para a disciplina. Helmut Marko diz que por ele seria um 12 cilindros com o máximo de potência possível, para fazer muito barulho e andar muito e Sebastian Vettel é mais comedido, e diz que “Reduzir o tamanho dos motores é o caminho que o mundo levou, mas com o nosso foco no espetáculo e na melhoria do desporto estamos melhor avisados quanto aos resultados dessa tendência. Estes carros não são tão barulhentos, e eu acredito que isso não só não é bom para os espetadores como também não o é para os pilotos”
No meio disto tudo, acredita-se que os motores de Fórmula 1 para 2021 serão uma espécie de compromisso, com um V6 com dois turbos, e tecnologia híbrida, MGU-K e MGU-H. Há também rumores que apontam para peças standard, portanto iguais para todos, que têm como objetivo passar a ter motores bem mais baratos.
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Pity
11 Outubro, 2017 at 13:42
Entre as peças standard, estão as velas?
Ok!, não batam já, que eu estava só a brincar… 🙂
Paulo Teixeira
11 Outubro, 2017 at 14:58
As velas os cabos, os óleos os carburantes, os parafusos, as porcas, etc.
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11 Outubro, 2017 at 14:09
Vamos regredir?? A complexidade devia aumentar e não diminuir…
Ma Ling Hua
11 Outubro, 2017 at 14:59
Sinceramente não consigo entender essa obsessão pelo barulho. Parece que não se importam de regredir na tecnologia e performances em favor de uns tímpanos rebentados. Claro que a sensação é esfuziante mas não é a essência da F1.
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11 Outubro, 2017 at 15:01
A maior parte fala mas nunca ouviu um F1 ao vivo… Mas enfim, vamos novamente em direcção ao obsoleto…
asfalto
11 Outubro, 2017 at 21:07
Conheces uma musica que fala em bebé sem chupeta, em Romeu sem Julieta? As corridas de automóveis em geral, mas em particular a F1, sem barulho é a mesma coisa. E duvido que quem assim fala já tenha visto alta competição ao vivo, mas não somos todos iguais. Cmps.
Chicanalysis
11 Outubro, 2017 at 21:30
Eu dúvido que entre os que aqui andam existam muitos que nunca tenham visto F1 ao vivo. Esteja descansado que já vi, inclusivamente na era mais ruidosa.
Quanto ao resto,respondo com uma pergunta: continua a usar chupeta?
Ma Ling Hua
11 Outubro, 2017 at 21:37
Subscrevo. E aproveito para dizer que sim, também já ” ouVi” ao vivo. Mas a evolução faz parte da vida e quem não se adapta morre.
Ma Ling Hua
11 Outubro, 2017 at 21:45
Mais, em tecnologia menor ruído significa sempre mais eficiência ou vice-versa. Por isso lamento mas são “valores” incompatíveis e é por isso que um terá de ser sacrificado, com pena minha, acredite.
asfalto
11 Outubro, 2017 at 23:14
Que grande confusão. Eu gosto de tecnologia, evolução, e eficiência e de corridas com carros barulhentos. Até os pilotos reclamam pelo som tão desejado dos motores. Sem barulho quem morre é a modalidade.
asfalto
11 Outubro, 2017 at 23:23
Se já viste parece que ficaste a gostar, se fores ver os actuais podes dizer que não voltas, não serias caso único. Quanto a tua pergunta, tenho reparado em certas frases que escreves que logo me lembra o teu Nick. Não sei porquê. Lamento.
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12 Outubro, 2017 at 8:20
Sem barulho?? Com os V10 sem protectores auriculares fica-se em pouco tempo surdo! Enfim, pelo menos agora pode-se ir ver F1 sem protectores auriculares e não ficar surdo…mas pelos vistos há quem goste de ser surdo!
asfalto
12 Outubro, 2017 at 19:02
Ó m42, não te preocupes porque estou-te a ouvir bem. Quando se trata de coisas que nos dão prazer na vida, diz lá, não nos preocupamos assim tanto pois não. Fumas, bebes, o que comes, etc, etc, a F1 é uma vez no ano. Cmps
Chicanalysis
11 Outubro, 2017 at 17:07
Ferrari já contratou novo fornecedor de velas. Arrivabene garante que problema não se repetirá.
http://ecx.images-amazon.com/images/I/41PhOit05OL.jpg
Frenando_Afondo™
11 Outubro, 2017 at 17:50
Voltar para trás, não obrigado. A tecnologia híbrida deve continuar, porque ajuda a indústria a evoluir e acima de tudo, dá o exemplo.
Se querem regredir para os V8/V10/V12, então façam com que use um combustível que seja muito menos poluente, pronto, assim podem queimar à vontade, fazer montes de barulho, não estragam nada e arranjam uma solução, mais uma vez, para a indústria e os carros do dia-a-dia.
Chicanalysis
11 Outubro, 2017 at 20:36
Se as marcas têm uma palavra a dizer é claro que não estarão disponíveis para dar passos atrás. A viragem da indústria automóvel para os elétricos é inevitável a muito curto prazo e mesmo a tecnologia híbrida já é assumida como um remendo.
A adesão em massa das marcas à formula E é um sinal claro.
A F1 deveria ir distribuindo a essência motriz para motores elétricos independentes (às 2 rodas da frente por exemplo) sendo a energia gerada não apenas pelos sistemas de recuperação de energia mas também parcialmente pelo próprio motor de combustão que não precisava de ser tão guloso. Ganhava-se em performance e na vertente ambiental.
Quanto ao barulho…eu quando era miúdo prendia um pedaço de um copo de plástico ao garfo da bicicleta com uma mola da roupa. Aquilo a bater nos raios fazia uma barulheira que toda a gente virava a cabeça.É uma sugestão…gratuita.