Os donos da Fórmula 1, a Liberty Media vão apresentar a 31 de outubro o seu novo conceito de motores para a disciplina. Helmut Marko diz que por ele seria um 12 cilindros com o máximo de potência possível, para fazer muito barulho e andar muito e Sebastian Vettel é mais comedido, e diz que “Reduzir o tamanho dos motores é o caminho que o mundo levou, mas com o nosso foco no espetáculo e na melhoria do desporto estamos melhor avisados quanto aos resultados dessa tendência. Estes carros não são tão barulhentos, e eu acredito que isso não só não é bom para os espetadores como também não o é para os pilotos”
No meio disto tudo, acredita-se que os motores de Fórmula 1 para 2021 serão uma espécie de compromisso, com um V6 com dois turbos, e tecnologia híbrida, MGU-K e MGU-H. Há também rumores que apontam para peças standard, portanto iguais para todos, que têm como objetivo passar a ter motores bem mais baratos.










Entre as peças standard, estão as velas?
Ok!, não batam já, que eu estava só a brincar… 🙂
As velas os cabos, os óleos os carburantes, os parafusos, as porcas, etc.
Vamos regredir?? A complexidade devia aumentar e não diminuir…
Sinceramente não consigo entender essa obsessão pelo barulho. Parece que não se importam de regredir na tecnologia e performances em favor de uns tímpanos rebentados. Claro que a sensação é esfuziante mas não é a essência da F1.
A maior parte fala mas nunca ouviu um F1 ao vivo… Mas enfim, vamos novamente em direcção ao obsoleto…
Conheces uma musica que fala em bebé sem chupeta, em Romeu sem Julieta? As corridas de automóveis em geral, mas em particular a F1, sem barulho é a mesma coisa. E duvido que quem assim fala já tenha visto alta competição ao vivo, mas não somos todos iguais. Cmps.
Eu dúvido que entre os que aqui andam existam muitos que nunca tenham visto F1 ao vivo. Esteja descansado que já vi, inclusivamente na era mais ruidosa.
Quanto ao resto,respondo com uma pergunta: continua a usar chupeta?
Subscrevo. E aproveito para dizer que sim, também já ” ouVi” ao vivo. Mas a evolução faz parte da vida e quem não se adapta morre.
Mais, em tecnologia menor ruído significa sempre mais eficiência ou vice-versa. Por isso lamento mas são “valores” incompatíveis e é por isso que um terá de ser sacrificado, com pena minha, acredite.
Que grande confusão. Eu gosto de tecnologia, evolução, e eficiência e de corridas com carros barulhentos. Até os pilotos reclamam pelo som tão desejado dos motores. Sem barulho quem morre é a modalidade.
Se já viste parece que ficaste a gostar, se fores ver os actuais podes dizer que não voltas, não serias caso único. Quanto a tua pergunta, tenho reparado em certas frases que escreves que logo me lembra o teu Nick. Não sei porquê. Lamento.
Sem barulho?? Com os V10 sem protectores auriculares fica-se em pouco tempo surdo! Enfim, pelo menos agora pode-se ir ver F1 sem protectores auriculares e não ficar surdo…mas pelos vistos há quem goste de ser surdo!
Ó m42, não te preocupes porque estou-te a ouvir bem. Quando se trata de coisas que nos dão prazer na vida, diz lá, não nos preocupamos assim tanto pois não. Fumas, bebes, o que comes, etc, etc, a F1 é uma vez no ano. Cmps
Ferrari já contratou novo fornecedor de velas. Arrivabene garante que problema não se repetirá.
http://ecx.images-amazon.com/images/I/41PhOit05OL.jpg
Voltar para trás, não obrigado. A tecnologia híbrida deve continuar, porque ajuda a indústria a evoluir e acima de tudo, dá o exemplo.
Se querem regredir para os V8/V10/V12, então façam com que use um combustível que seja muito menos poluente, pronto, assim podem queimar à vontade, fazer montes de barulho, não estragam nada e arranjam uma solução, mais uma vez, para a indústria e os carros do dia-a-dia.
Se as marcas têm uma palavra a dizer é claro que não estarão disponíveis para dar passos atrás. A viragem da indústria automóvel para os elétricos é inevitável a muito curto prazo e mesmo a tecnologia híbrida já é assumida como um remendo. A adesão em massa das marcas à formula E é um sinal claro. A F1 deveria ir distribuindo a essência motriz para motores elétricos independentes (às 2 rodas da frente por exemplo) sendo a energia gerada não apenas pelos sistemas de recuperação de energia mas também parcialmente pelo próprio motor de combustão que não precisava de ser… Ler mais »