Bernie Ecclestone não está muito satisfeito com as experiências para a proteção da cabeça dos ocupantes, desenvolvidas no seguimento do acidente mortal de Jules Bianchi. A Red Bull e a Ferrari revelaram sistemas diferentes, o ‘aeroscreen’ e o ‘halo’, respetivamente, mas Ecclestone não gosta de nenhum.
O responsável máximo da F1 disse ao jornal italiano Gazzetta dello Sport que “as equipas vão ter que parar mais vezes nas boxes para os limpar. Eu deixava tudo como está. Há coisas que não dá para testar, como o que acontece se um carro capota ou quando uma roda bater ali”. Charlie Whiting revelou na Rússia que ainda é cedo para introduzir estes sistemas, porque as equipas necessitam de os integrar nos novos regulamentos, e ambos os sistemas têm limitações no quanto são efetivos.
Apesar de tudo, Ecclestone está consciente das necessidades de segurança respondendo a críticas de Lewis Hamilton sobre a necessidade de manter um elemento de perigo que “se ele quiser, podemos fazer os carros ainda mais perigosos”.












