Luca de Meo, CEO do grupo Renault, mostrou-se bastante modesto quanto às ambições da Alpine na Fórmula 1. Não se estranhava se fosse uma nova equipa, mas quando falamos na estrutura da Renault, que no ano passado foi ao pódio três vezes, uma delas com um segundo lugar, Esteban Ocon em Sakhir, é um pouco estranho. Luca de Meo fala mesmo de um ano de intervalo: “O que esperamos deste ano, um ano de transição, é sobretudo o reconhecimento da marca. Uma equipa que irá aparecer regularmente nos jornais e na televisão”, começou por dizer de Meo, que poderá estar a dar a entender que a Alpine pretende meter as ‘fichas’ todas em 2022, sendo que para isso vai, não digamos, descartar, mas preocupar-se muito pouco com 2021, isto porque os novos regulamentos entrarão em vigor no ano seguinte, 2022, uma época em que a correlação de forças se poderá alterar: “Mais tarde, em 2022, esperamos estar regularmente no pódio. Com potencial para ganhar uma corrida”, disse de Meo ao Frankfurter Allgemeine Zeitung. Recorde-se que a Alpine viu ‘fugir’ Daniel Ricciardo para a McLaren mas recebe Fernando Alonso, pelo que nada deve perder a esse nível.










Alonso tanto quis um Mercedes que a Renault lá copiou o nariz e pintou de preto para agradar. hahaha
Lá irá Alonso, invariavelmente, com mais carro ou menos carro, fazer do “olhó” de alguns a sua espaçosa garagem…
Haha!
Não é apenas a Alpine que está a levar este ano como um ano de intervalo, infelizmente são todas. Em relação ao discurso, acho que faz sentido. Já vimos equipas subir a fasquia de forma desadequada e a queda por vezes tem efeitos brutais. Para além de que a Renault não fez nada de absolutamente brilhante para dizer que se pode intrometer na luta pelo pódio, consegui fazê-lo a espaços, mas nunca foi a equipa mais regular nesse sentido. A Alpine tem mais a ganhar se arrancar com objectivos modestos, até para não beliscar 2022, não cpnvém desmoralizar as tropas… Ler mais »