Na sequência do recente formado novo grupo automóvel Stellantis, que tem as marcas Abarth, Alfa Romeo, Chrysler, Citroën, Dodge, DS, Fiat, Jeep, Lancia, Maserati, Mopar, Opel, Peugeot, Ram e Vauxhall, a probabilidade de Alfa Romeo ou Maserati rumar à Fórmula E está a aumentar.
Das duas, uma. É quase certo que a Alfa Romeo ou a Maserati vão para a Fórmula E quando chegar a nova era tecnológica Gen3.
Do ponto de vista da Fórmula 1, sabe-se que a Alfa Romeo não tem qualquer compromisso para além do final desta época e está a ponderar o seu futuro. E a Gen3 da Fórmula E começa já em 2022.
Talvez seja bom recordar o que disse em 2016 o antigo CEO da Peugeot, Jean-Philipe Imparato, que está agora numa posição semelhante na Alfa Romeo: “200 milhões de euros num futuro programa de desporto motorizado é completamente louco”, disse à Autocar em 2019. “Os desportos motorizados estão mortos, a menos que sejam eletrificados”. Eletrificados não significa necessariamente elétrico, pode ser híbrido, como é a Fórmula 1, mas há que aguardar pelas decisões.










Save Lancia
A fórmula e envergonha os carros eléctricos, não faltam carros eléctricos com performance ao nível dos ICE mas os fórmula e são castrados e não passam de uma fórmula 4 e. Se a gen 3 não estiver ao nível da f2 e entrar em circuitos próprios para a F1 será uma desilusão. Tenham tomates e corram no circuito do Mónaco, versão completa com a largura normal.
Porque é que aumenta depois da fusão? Antes a FCA não tinha ninguém na FE. Agora já têm lá um representante da Stellantis: a DS, já comprometida para a Gen-3.
Onde é que esse Stellantis está sediado? Não é num país da União Europeia, pois não? Não é por nada, mas já se destruíram grandes empresas, porque a UE não permitia monopólios e, este gigante da indústria automóvel está a caminho de se tornar num monopólio.
1) Está sediado na Holanda.
2) não sei como é que o 4º maior grupo automóvel mundial vai criar um monopólio. É que fica atrás da Toyota, VW e Renault-Nissan, já para não falar de outros fabricantes que não são propriamente pequenos como a Hyundai/Kia, GM, Ford, Daimler e depois todos os restantes menores, mas não residuais (Honda, BMW).