George Russell assumiu que os recentes contratempos na luta pelo título mundial de Fórmula 1 representam a batalha psicológica mais dura da sua carreira. O piloto britânico da Mercedes chega ao Grande Prémio da Hungria a 50 pontos do companheiro de equipa, Kimi Antonelli, após abandonar no GP da Bélgica devido a uma colisão na primeira volta, agravada por uma falha no monolugar.
A falha de software em Spa-Francorchamps
O abandono em Spa foi impulsionado por uma súbita perda de potência de bateria nas retas. A equipa alemã detetou uma anomalia nos motores, confirmada pelo próprio piloto: “Achamos que foi um erro de software”, explicou Russell. “Não foi o estilo de pilotagem a contribuir para a perda de potência. Spa deu-nos as pistas certas sobre onde procurar o problema. Felizmente, creio que o encontrámos.”
Apesar do atraso pontual face a Antonelli — vencedor na Bélgica —, o britânico mostra-se focado na recuperação em Budapeste: “Tem sido a batalha mais difícil psicologicamente, por existirem tantos altos e baixos e coisas fora do meu controlo a atrasar o progresso”, desabafou Russell. “Mas o que não nos mata torna-nos mais fortes. Sinto-me orgulhoso da minha resiliência e entusiasmado para este fim de semana.”
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