De acordo com o principal responsável da modalidade, a decisão foi propiciada pelas más prestações obtidas pela equipa em 2007 e 2008. “Interrogo-me até que ponto eles teriam tomado a mesma decisão caso tivessem sido terceiros este ano e quartos no ano anterior”, começou por referir o britânico.
“Eles foram nonos e julgo que a administração tenha voltado a ouvir as mesmas histórias que já tinha ouvido ao longo dos últimos seis anos de que seriam campeões no próximo ano”, explicou Ecclestone, aludindo que esses objectivos ambiciosos terão funcionado como um grande ponto desfavorável para a equipa nos últimos anos.
“Julgo que terá a ver com isso”, concluiu. Sobre o futuro, o britânico acredita que a grelha de partida de 2009 irá contar com 20 monolugares e que a equipa de Brackley será comprada brevemente.
Nick Fry, director da equipa, admitiu, no entanto, ao jornal News of the World, que existem 50-50 de probabilidades de estarem na grelha em 2009, referindo que por enquanto ainda nada está definido.
Já Max Mosley, presidente da FIA, referiu que “2010 é o ano em que os verdadeiros cortes vão ser implementados”, mas que é preciso, primeiro, atravessar 2009.
“Espero que uma equipa seja capaz de funcionar no intervalo entre os 30 e os 45 milhões de euros. Se o conseguirmos, a combinação do que conseguirão com os valores dos direitos de televisão e dos direitos comerciais, bem como os dos patrocinadores, deverão tornar as equipas viáveis”, explicou.












