“É um ponto de vista realista. Há um certo derrotismo mas estes são os factos. Batemos no fundo”, referiu Prost ao Autohebdo.fr, referindo-se à Fórmula 1 sem grande prémio gaulês, sem pilotos daquele país e, agora, sem a única equipa que ainda levava a bandeira tricolor aos grandes prémios de F1.
“Podemos ser realistas mas também podemos estar otimistas. As pessoas apercebem-se de que isto não é bom para um país ligado ao automobilismo como a França. Poderão existir medidas ou estratégias a implementar para remediar a situação e voltar a uma situação normal, talvez até de forma mais sólida do que no passado”, acrescentou, esperançado ainda numa recuperação, mesmo se reconhece as dificuldades do regresso do grande prémio àquele país.
“É extremamente difícil neste momento, porque somos um país um pouco receoso dos automóveis. As empresas e as marcas já não têm vontade de investir na Fórmula 1. O facto de que não há um GP de França é uma coisa. Mas o facto de não haver um piloto francês competitivo é uma grande falha. É isso que permite conquistar audiências e o interesse das pessoas por este desporto”.










