São já dois os fabricantes que aceitaram o desafio da FIA para fornecer um motor alternativo à F1. Depois da Ilmor de Mario Illien, agora foi a vez da Advanced Engine Research (AER). A apresentação de propostas continua aberta, até dia 23 de novembro, e o objetivo da FIA é claro: motores que não custem mais do que 7 milhões de euros. A Federação pretende que os construtores independentes se apresentem com V6 biturbo com 2.2 litros de capacidade, não sujeitos a limitações de fluxo de combustível, e cabe à FIA encontrar uma fórmula de equivalência entre este motor e os que os construtores já estão a utilizar.
Com o aumento dos candidatos, a FIA ganha força no seu objetivo, mas a mudança nas regras terá que ser votada e é aqui que a Mercedes e a Ferrari começam a ficar nervosas porque apesar de terem aparentemente as equipas mais pequenas do seu lado estas podem ceder à enorme diferença de valores que passariam a poder pagar, sete milhões de euros, para a que pagam agora, um mínimo de 15 ou 16 milhões de euros.
Voltando ao segundo candidato, a Advanced Engine Research esteve na GP3 Series entre 2013 e 2015 e a empresa foi candidata a fornecer a GP2 Series, mas perdeu a disputa para a Macachrome. A AER também fornece motores para a Indy Lights e colabora com a Rebellion e Kolles no Mundial de Endurance. O responsável máximo da AER, Andrew Saunders, já passou pela F1, quando este na Ilmor (McLaren, 2001-2007).








