O GP da Rússia inaugural, agendado para 12 de outubro, deverá mesmo ir em frente apesar da grande controvérsia que tem gerado. O país russo está envolvido numa crise política e militar com a Ucrânia, sendo alvo de diversas sanções internacionais, sobretudo depois da tragédia do voo MH17. A Fórmula 1 mantém-se firme nas intenções de prosseguir com a prova e Sochi, algo que poderá ser do desagrado do público.
Com Ecclestone determinado que a prova no recentemente inaugurado traçado de Sochi vá em frente, as equipas têm contratualmente que seguir o britânico e a FIA. A instituição já inspecionou e aprovou o traçado de Sochi através de Charlie Whiting. Mas a agência de notícias alemã ‘Sport-Informations-Dienst’ mostra que, ao contrário das personalidades dentro da F1, o público não gosta da ideia do GP da Rússia. Numa sondagem, 71 por cento dos inquiridos mostrou-se contra a realização de uma prova de F1 na Rússia dado o cenário político. Contudo, o vice-primeiro ministro russo garante que a desporto fica afastado da política, mesmo se é conhecido o potencial aproveitamento político dos eventos desportivos em países com regimes como o de Vladimir Putin.








