Problemas na partida condicionam George Russell em Budapeste
George Russell terminou o Grande Prémio da Hungria na sétima posição, numa prova fortemente condicionada por um arranque problemático e por mais um contratempo técnico que voltou a marcar a sua temporada, já que perdeu imensas posições no arranque da corrida. Descrevendo o momento inicial como “terrível”, George Russell explicou que o motor do seu carro apresentou oscilações extremas de rotação enquanto aguardava pelo arranque na grelha. «Uma partida terrível é uma forma de descrever. Infelizmente não havia nada que pudesse fazer. Algo aconteceu», lamentou o piloto.
O ritmo forte como nota positiva
Apesar das dificuldades iniciais e de mais um episódio negativo na primeira metade do ano, George Russell encontrou um importante motivo de alento no desempenho global do seu carro. O piloto admitiu retirar satisfação do ritmo demonstrado em pista, referindo que a equipa lhe confirmou que a velocidade esteve ao nível dos melhores concorrentes presentes.
Perspetivas para a segunda metade da época
Fazendo um balanço dos primeiros meses de competição, o piloto reconheceu a frustração com a acumulação de azares, mas sublinhou a importância de manter uma atitude construtiva. «É uma coisa atrás da outra. Junte-se isto à lista de coisas que aconteceram na primeira metade deste ano e agora é rezar para que as coisas acalmem na segunda metade», afirmou George Russell. Assumindo a necessidade de se focar no que consegue controlar, o britânico concluiu com uma mensagem de resiliência: «Estou a manter-me positivo. A determinada altura temos de nos reerguer e aceitar que há muitas coisas fora do nosso controlo que podem trabalhar contra nós».
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