Alejandro Agag criticou as regras técnicas introduzidas na Fórmula 1 em 2026, apontando Toto Wolff e a Mercedes como principais responsáveis pela sua conceção, considerando que a equipa alemã beneficiou de uma vantagem inicial.
Segundo Agag, co-fundador da Fórmula E, a atual regulamentação — que estabelece um equilíbrio de 50% entre motor de combustão e componente elétrica — terá sido fortemente influenciada pela experiência da Mercedes na Fórmula E. O dirigente sustenta que essa transição de conceitos entre campeonatos acabou por criar um modelo híbrido que, na sua perspetiva, descaracteriza a identidade da Fórmula 1.
O impacto destas regras tem sido evidente no arranque da temporada, com a Mercedes a assumir uma posição dominante, enquanto várias equipas ainda procuram adaptar-se ao novo enquadramento técnico, fortemente centrado na gestão de energia.
Alejandro Agag afirmou ao jornal Marca que “quando a Mercedes saiu da Fórmula E, foi porque queria copiar o que estava a acontecer na Fórmula E e trazê-lo para a Fórmula 1. A principal inspiração por detrás do que está a acontecer na Fórmula 1 agora é a Mercedes e Toto Wolff. Então, o Toto estava aqui, viu o que estava a acontecer e disse: ´Vou levar isto para a Fórmula 1 e combinar a Fórmula 1 com a Fórmula E´. E como foi ideia dele, tem uma vantagem, e isso reflete-se na diferença entre eles e as outras equipas. E acho que isso não é bom para a Fórmula 1, que devia voltar a usar mais motores de combustão, com V8, mais ruído… e deixar a Fórmula E como o campeonato elétrico. Agora estão presos entre os dois; não são nem um, nem outro”.











Completamente de acordo em relação aquilo que hoje é a F1. Um hibrido com reais problemas de conceito e que falha completamente na filosofia de ultrapassagem, que é cada vez mais da responsabilidade dos “extras” do carro do que o talento e coragem do piloto (comparar o que temos hoje com o DRS de épocas anteriores é no minimo risivel). Quanto á Mercedes não é novidade nenhuma. Deixaram arrastar o dominio desta até limites temporais inaceitáveis, sem nenhuma mudança de regulamento que trouxesse mais igualdade no pelotão até que apareceram outros players na corrida pelos primeiros lugares.
Concordo. O Toto Wolff não é piloto e não lhe interessa a condução. Apenas ganhar. A velocidade com que certas marcas entram e saem da Fórmula E também não é um bom prenúncio. E foi isso mesmo que a Mercedes provavelmente lá foi fazer.
É Verdade esta pseudo-F-1 é um insulto ao que já foi e representou para equipas , pilotos,publico , admiradores e amantes do desporto Motorizado . o que diriam os saudosos Ken Tyrell, Jonh Surtees , Colin Chapman, e muitos outros que juntamentes com pilotos do calibre de Senna, Mansell, Clark, Cevert , Rindt etc… para quem teve a sorte de ver um V-12 a rugir a plenos pulmões , ver estes carrinhos a pilhas copiados da FE até dá vontade de rir…. ou pior de não ligar e desistir de assistir a tão degradante conceito… claro que o Tótó disciplo… Ler mais »