A edição de 2026 das 24 Horas de Daytona já arrancou, com Filipe Albuquerque a concluir os treinos cronometrados na sétima posição. O piloto português, ao volante do Cadillac da Wayne Taylor Racing, vai partir desse lugar para a corrida marcada para sábado, 2 de janeiro.
Depois de ter sido quarto no treino livre matinal e de encarar a qualificação com ambições mais elevadas, Albuquerque acabou por não ir além do sétimo tempo, resultado que contrastou com o desempenho demonstrado anteriormente em pista. Apesar da posição menos favorável, o piloto sublinhou que ainda há margem para evolução, uma vez que estão previstas novas sessões de treinos antes da partida, que servirão para afinar o carro em conjunto com Ricky Taylor e Will Stevens.
O português mantém intactas as ambições para a prova, recordando que outro Cadillac garantiu a pole position (apesar de ter perdido após as verificações técnicas) e que o potencial do conjunto continua elevado. Com uma corrida de 24 horas pela frente, a estratégia e a consistência serão determinantes num campeonato em que todos os pontos contam, mas em que Daytona continua a ter um peso simbólico especial.
A prova tem início às 18h40 de sábado, hora de Portugal, com transmissão em direto através da plataforma oficial do IMSA.
“Não estávamos à espera. Foi até dececionante porque em treinos fomos sempre mais rápidos. Algo se passou e vamos ter de perceber o que aconteceu. Claro que o sétimo lugar da grelha não é o fim do mundo tendo em conta que temos 24 horas de prova pela frente. Vamos ter de perceber a causa para melhorarmos. Não podemos perder performance sem entendermos a razão”, afirmou Filipe Albuquerque.
“Sabemos que o nosso carro tem todas as condições para estar na frente e a prova disso é ter outro Cadillac na ‘pole’. Por isso, continuamos com os mesmos objetivos para a corrida: lutar pelos primeiros lugares. O campeonato é longo, todos os resultados são importantes, mas Daytona é Daytona”, acrescentou o piloto de Coimbra.











