Jovens valores e experiência convergem em Interlagos, num fim de semana marcado por ambição, adaptação e pressão para as equipas
Gabriel Bortoleto vive um momento especial ao disputar a sua primeira corrida em casa, destacando o entusiasmo de correr diante dos adeptos brasileiros e o desejo de pontuar pela equipa Kick Sauber. Reconhece a evolução necessária para se adaptar à estrutura de uma equipa de Fórmula 1, sublinhando que o maior desafio tem sido aprender a lidar com um universo de profissionais muito maior do que nas categorias de acesso. Depois do décimo lugar no México, Bortoleto acredita que boa preparação e um arranque forte em Interlagos serão cruciais para repetir o sucesso, especialmente num fim de semana marcado pelo formato Sprint.
Isack Hadjar, da Racing Bulls, recorda o impacto emocional de Interlagos, reconhecendo Alain Prost e Ayrton Senna como influências, mas admitindo que nunca correu de verdade no traçado, apenas em simulador. Hadjar aponta as características técnicas do circuito como potenciais aliadas ao seu monolugar, destacando que os problemas em Austin e México relacionados com a passagem de lombas podem ser menos penalizadores no Brasil. A meta é manter o sexto lugar nos construtores, reconhecendo que não existe margem realista para alcançar o quinto posto da Williams.
Alex Albon, da Williams, manifesta otimismo quanto ao objetivo da equipa de terminar em quinto lugar no Mundial de construtores. Apesar das dificuldades sentidas nas últimas corridas, principalmente em pistas como Austin e México devido ao equilíbrio do carro, Albon realça que o grupo técnicas já identificou e geriu os problemas. Para o britânico-tailandês, regressar ao ritmo habitual e garantir um fim de semana limpo é a prioridade, sem grandes alterações na afinação do monolugar.











