Australiano assume postura afirmativa e garante capacidade de resposta após perder liderança do campeonato para Norris
Oscar Piastri chega ao GP do Brasil com a convicção de que “ainda tem o que é preciso” para vencer o título mundial em 2025, apesar de ter cedido recentemente a liderança do campeonato ao colega Lando Norris.
O australiano enfrenta uma sequência de corridas complexas, marcada por um acidente na primeira volta do GP do Azerbaijão e três fins de semana consecutivos a rodar atrás do britânico.
No entanto, a confiança permanece intacta e o piloto recusa alimentar dúvidas sobre o seu potencial: “O verdadeiro Oscar não desapareceu”.
Adaptação e aprendizagem como fatores decisivos
Piastri reconhece que nos últimos fins de semana foi necessário ajustar a abordagem ao McLaren MCL39, embora afirme que não houve alterações principais ao nível de peças ou definições do carro.
O australiano destaca que compreende agora melhor as diferenças sentidas nas últimas provas e sente-se preparado para adaptar o estilo de condução aos novos desafios. Para Piastri, trata-se de dispor das ferramentas necessárias, sem depender apenas do que funcionou durante a maior parte da época.
Confiança renovada e foco no desempenho
O piloto sublinha que, independentemente da posição no campeonato, entra sempre em pista com o objetivo de extrair o máximo de si próprio e do carro. Refere ainda que não sente que o “verdadeiro Oscar” tenha desaparecido, mas sim que enfrentou fins de semana exigentes e retirou importantes lições para o futuro.
Perante o favoritismo atribuído a Norris, Piastri e Verstappen por analistas internacionais, Piastri não tem dúvidas: “Continuo muito confiante que vou conseguir alcançar o título. Aprendi com os obstáculos recentes e resgato a confiança de saber que posso atingir grandes resultados.”
Olhos postos no futuro
À entrada para Interlagos, com Verstappen também a encurtar distâncias, Piastri mantém a determinação e a serenidade, recordando que a temporada ainda está longe de terminada e que “há muitas voltas para percorrer”. Para o australiano, cada fim de semana é uma nova oportunidade de voltar ao topo e relançar a luta pelo campeonato.










