Vão se acumulando as críticas pelo Virtual Safety Car (VSC) nas voltas finais do Grande Prémio da Cidade do México, acionado pela direção de corrida. A neutralização impediu um desfecho emocionante, interrompendo as lutas diretas por posições, nomeadamente entre Charles Leclerc e Max Verstappen pelo segundo lugar e entre Oliver Bearman e Oscar Piastri pelo quarto posto.
O VSC foi acionado após Carlos Sainz perder o controlo do seu Williams e fazer um pião na zona do estádio, já na penúltima volta. Apesar de o espanhol ter conseguido retirar o carro da pista e colocá-lo atrás das barreiras sem assistência, a direção de corrida optou pela neutralização.
A decisão frustrou equipas, pilotos e espetadores, uma vez que a aproximação final entre Verstappen e Leclerc prometia uma disputa direta pela segunda posição, enquanto Piastri ainda tinha hipóteses de ultrapassar Bearman para manter a liderança do campeonato.
Jacques Villeneuve considerou que, perante a situação controlada, o VSC não era necessário e retirou emoção ao desfecho da corrida.
“Foi embaraçoso ter o Virtual Safety Car ali. O carro estava completamente fora da pista, fora da trajetória, na parte mais lenta do circuito. Não havia razão para isso a duas voltas do fim. Há milhões de pessoas a ver a corrida, isso também deve ser tido em conta.”
This is the worst Virtual Safety Car I've ever seenpic.twitter.com/0yCeMVXMfW
— Holiness (@F1BigData) October 26, 2025









