Oliver Bearman alcançou um impressionante quarto lugar no Grande Prémio da Cidade do México, valorizando a estratégia adotada pela Haas e destacando a experiência intensa de disputar posições diretamente com pilotos consagrados como Max Verstappen e Lewis Hamilton. Apesar de ter estado momentaneamente na luta pelo pódio, o britânico de 20 anos sublinhou que a equipa tomou decisões prudentes para garantir um resultado sólido e importante no Campeonato de Construtores.
Depois de se qualificar em nono e de ganhar posições logo após a partida, Bearman beneficiou dos incidentes nas voltas iniciais para se inserir no grupo da frente. A Haas optou por duas paragens na corrida, escolha que o piloto considera adequada face ao desgaste dos pneus e ao risco de perder lugares caso tentasse prolongar demasiado o primeiro stint.
“Em certos momentos, com o pneu médio [no segundo stint], pensei que iríamos até ao fim. Depois fui chamado às boxes e preciso rever tudo, mas acredito que teria sido arriscado tentar ficar na pista para lutar por um pódio, correndo o risco de terminar em sexto ou sétimo. Fizemos a escolha certa ao consolidar a posição. Terminar em quarto não é nada mau.”
“Tive uma boa largada, consegui posicionar-me entre os Mercedes e manter um bom ritmo. Quando o George perdeu o DRS e o Hamilton e o Max tiveram um pequeno toque, beneficiei disso. Sinceramente, estava cheio de receio de ir lado a lado com o Max, mas foi incrível disputar diretamente com pilotos que acompanho desde que comecei a ver Fórmula 1. Mantê-lo nos meus retrovisores foi provavelmente a maior pressão que já senti numa corrida.”
“Cada ponto no Mundial de Construtores é extremamente valioso. Subir para oitavo é muito positivo. Agora é continuar focado nas próximas quatro corridas.”








