Filipe Albuquerque terminou a temporada de 2025 no Autódromo Internacional do Algarve, nas 4 Horas de Portimão, última prova da European Le Mans Series. O piloto português partiu de sétimo, chegou a rodar em segundo lugar, mas problemas de motor no Oreca da Nielsen Racing comprometeram o ritmo e acabaram por forçar a desistência.
Apesar do desfecho menos positivo, Filipe estava satisfeito com o trabalho desenvolvido não só hoje como no decorrer do ano: “Saímos da sétima posição da grelha, estávamos a discutir a vitória e a impor um ritmo muito bom, isso deixa-nos satisfeitos. O problema eletrónico é algo que não podemos controlar. Ainda tentámos resolver, mas já tínhamos perdido muitas voltas. Fiquei satisfeito porque o ‘set-up’ para a corrida foi definido por mim e estava a resultar na perfeição”, explicou o piloto português.
O ano de estreia da Nielsen Racing no ELMS entre os LMP2 apresentou desde o início da época desafios que nem sempre foram fáceis de ultrapassar: “Começámos a época cautelosos, com uma performance, diria, limitada. Mas, fomos melhorando, fomos encontrando o nosso caminho e os resultados foram surgindo: conseguimos um pódio, uma ‘pole position’ e passámos a andar mais na frente. Estava confiante que conseguíamos em Portimão mais um pódio. Infelizmente a mecânica pregou-nos uma partida. Acabo a temporada com o sentimento de dever cumprido. Agora é fechar um ciclo e pensar no próximo”, rematou Filipe Albuquerque, ciente do ano exigente que teve e que agora entra num merecido período de descanso.










