Terminou a temporada do Campeonato Norte Americano de Resistência (IMSA), com a pista de Road Atlanta a receber a habitual prova de dez horas que conclui a temporada. Petit Le Mans, como é conhecida, voltou a não sorria a Filipe Albuquerque, que cruzou a linha de meta no sexto lugar, exatamente a mesma posição em que terminou o campeonato.
A última corrida do ano revelou-se complicada para Albuquerque, Ricky Taylor e Will Stevens aos comandos do Cadillac #10 da Wayne Taylor Racing, que se debateram com alguma falta de andamento, o que não lhes permitiu fazer melhor: “Esta corrida foi o espelho do nosso ano. Com altos e baixos. Foi uma prova dura onde a falta de andamento condicionou todo o fim-de-semana. À semelhança de outras corridas, não percebemos o que realmente falta e isso dificulta tomadas de decisão”, explicou Filipe, algo desiludido com o desfecho numa corrida que é caracteristicamente dramática para si.
Mais uma época americana concluída e Filipe sente-se: “Um pouco aliviado. Precisamos de trabalhar no carro para encontrarmos o caminho para uma melhor performance. Vai ser um inverno de trabalho. Apesar da montanha-russa, conseguimos o sexto lugar, que foi um mal menor. Mas na realidade não nos satisfaz porque o que queremos é ganhar”, rematou o piloto de Coimbra, muito pouco acomodado a estes resultados.
Apesar do IMSA ter terminado, no próximo fim-de-semana Filipe vai ainda enfrentar a última jornada do European Le Mans Series, em Portimão.










