Christian Horner deixou oficialmente a Red Bull Racing após 20 anos no comando, garantindo, segundo relatos, uma indemnização impressionante de 52 milhões de libras (segundo fontes da BBC). O britânico de 51 anos foi dispensado das suas funções como diretor da equipa e CEO há 10 semanas, com Laurent Mekies assumindo o cargo da equipa irmã da Red Bull, a Racing Bulls, após o Grande Prémio da Grã-Bretanha.
A Red Bull não forneceu uma razão oficial para a saída de Horner, embora relatos dos media sugiram que uma disputa interna pelo poder tenha influenciado a decisão. Horner refletiu sobre o seu mandato com orgulho: “Liderar a Red Bull Racing foi uma honra e um privilégio… Estou incrivelmente orgulhoso do que conquistamos como equipa, quebrando recordes e alcançando alturas que ninguém poderia imaginar.” O CEO de Projetos Corporativos da Red Bull, Oliver Mintzlaff, elogiou o compromisso incansável, a experiência e o pensamento inovador de Horner, descrevendo-o como fundamental para tornar a Red Bull uma das equipas mais bem-sucedidas e atraentes da F1.
O acordo divulgado permite que Horner regresse à Fórmula 1 já na temporada de 2026. Especulações o ligam a um potencial investimento na Alpine, com rumores de apoio do consultor da Alpine, Flavio Briatore, e do ex-chefe da F1, Bernie Ecclestone, ambos amigos íntimos de Horner. O diretor da equipa Mercedes, Toto Wolff, brincou que uma potencial parceria da Alpine entre o trio seria como uma «reunião da máfia», acrescentando que colaborações de alto nível como essa poderiam gerar entusiasmo e agitação nos media no desporto.
A saída de Horner marca o fim de uma era na Red Bull, com o seu legado consolidado ao longo de duas décadas de campeonatos, vitórias históricas e a transformação da equipa numa potência global da F1.









