Ralf Schumacher considera que Gene Haas não tem necessidade de vender a sua equipa de Fórmula 1 e pode até inspirar-se no exemplo da Red Bull para assegurar o futuro da estrutura, especialmente com a entrada da Cadillac prevista para 2026.
Desde a sua estreia em 2016, a equipa norte-americana, sediada em Kannapolis, tem sido vista como o eterno “underdog” da grelha. Operando com um orçamento muito inferior ao das principais rivais, Gene Haas conseguiu manter o projeto vivo em períodos críticos, incluindo durante a pandemia, quando o futuro da formação chegou a estar em causa.
Nos últimos meses surgiram rumores sobre potenciais compradores interessados na equipa, alimentados pelo crescimento do valor comercial da Fórmula 1. Contudo, o diretor Ayao Komatsu reforçou que Haas não pretende vender, tendo rejeitado várias propostas nos últimos 18 meses.
Para Ralf Schumacher, a postura de Haas é um sinal de que a equipa deve olhar para o futuro com ambição e não apenas resistir à pressão financeira. O antigo piloto sugere que o exemplo da Red Bull — que começou como outsider e se transformou numa potência da Fórmula 1 — pode servir de inspiração à equipa americana, que se prepara para enfrentar uma concorrência ainda maior com a chegada da Cadillac.
“Eu procuraria um parceiro – como uma equipa júnior, tal como a Racing Bulls para a Red Bull», disse ele ao BILD. “Talvez a Cadillac fosse uma opção quando entrar na Fórmula 1 no próximo ano. Todas as equipas têm agora o problema de quase não se atreverem a contratar pilotos jovens – a ideia de uma equipa júnior poderia ser a solução.”










