Armindo Araújo, figura incontornável do desporto automóvel nacional, reiterou a sua veia competitiva no Rali da Madeira, mantendo-se na luta pelos lugares cimeiros e confirmando, como quase sempre, uma prestação sólida. Apesar de não ter alcançado a vitória – terminou em sexto da geral, segundo do CPR – o piloto português demonstrou um ritmo elevado e uma consistência notável, elementos cruciais para a sua estratégia no campeonato.
A sua performance ecoa a excelente prestação no Rali da Madeira do ano passado, onde se sagrou vencedor da prova ‘reservada’ ao Campeonato de Portugal de Ralis. Nesta edição, Armindo manteve-se próximo de Kris Meeke, num rali caracterizado por um ritmo frenético e a ausência de desistências na frente da corrida.
“Consideramos que fizemos uma boa prova este ano. O ritmo foi elevadíssimo na frente da corrida, sem registo de desistências. Não cometemos erros de vulto e procurámos sempre evoluir o Skoda”, afirmou o piloto. A prova foi em crescendo para Armindo Araújo, que sublinhou a importância de uma “excelente operação em termos de campeonato”, expressando satisfação com o desfecho global.
Apesar da ambição de lutar pela vitória em todas as provas, o foco no campeonato prevalece. Armindo é claro quanto à sua motivação: “Estou cá para vencer, não para fazer número. Enquanto for competitivo, cá estarei.” O piloto reforçou a competitividade demonstrada durante todo o fim de semana, reconhecendo a necessidade de um “extra” para superar um adversário do calibre de Kris Meeke, mas assegurando que “demos o nosso melhor.”










