O Rali da Sardenha não teve um momento que se possa destacar de perfeitamente definidor, mas sim vários pequenos acontecimentos que, juntos, direcionaram bem o que poderia ser a prova, no que à luta pelo triunfo diz respeito, contudo, o facto de Sébastien Ogier ter sobrevivido a um susto de cortar o coração no último troço, talvez seja esse o momento-chave da prova. Conforme explicou no final, Ogier disse que ao entrar “nos sulcos, não conseguia virar o carro e não tinha qualquer velocidade, por isso não tentei forçar e tirar de lá o carro, por isso parei e fiz marcha-atrás. Não foi o ideal, mas foi o suficiente para ganhar.” Ainda deu um toque numa árvore, e até nisso teve sorte, porque o toque não foi forte, mas foi suficiente para que o carro não avançasse mais e eventualmente ficasse ‘pendurado’ podendo não ter tração para sair dali. Tudo correu bem, felizmente para o francês e para a Toyota, que poderia ter perdido ali o rali.
Durante a prova, Ogier esteve na luta apesar da ordem na estrada, a Hyundai chegou a ter três carros na frente, mas Ogier nunca esteve longe, e por isso quando Thierry Neuville perdeu uma roda na PEC5, Tanak partiu um amortecedor na PEC6, Adrien Fourmaux furou na PEC8 e Tanak teve um furo lento na PEC9, depois disto tudo, Ogier ficou com 15.0s de avanço. O que já era difícil para os Hyundai, tornou-se ainda mais complicado, especialmente quando ficou só com um carro a pressionar Ogier.









