Com uma paixão inegável pelos ralis, o nosso entrevistado revela o impacto do seu título no seu país, a Bélgica, e partilha a sua visão sobre o futuro do desporto automóvel. Será que o veremos a seguir os passos de Jari-Matti Latvala nos ralis históricos? E qual carro de Grupo B escolheria para um rali do mundial? Descubra as respostas nesta entrevista exclusiva.
Poucas pessoas têm a mesma paixão que tu, pelos ralis em geral. Aposto que o veremos num futuro a longo prazo a fazer o mesmo que Jari-Matti Latvala fez este fim de semana com os ralis históricos. Verdadeiro ou falso?
“Absolutamente, provavelmente será verdade.”
Se fosses português, terias uma estátua como a do Cristiano Ronaldo. Que impacto teve o teu título no teu país?
“Foi uma grande celebração. Para ser sincero, a Bélgica é um país dividido, com três línguas e áreas diferentes, mas sim, sentimos que todo o país nos apoiou nas últimas rondas do campeonato, na luta pelo título, mas também festejaram connosco, o que foi muito emocionante para nós, ver que todo o país nos apoiou, e, obviamente, na Bélgica temos muitos pilotos excelentes em diferentes categorias do desporto automóvel, mas destacamo-nos como os melhores e os que mais cresceram num campeonato mundial. Por isso, foi ótimo.”
Outra coisa de que vão gostar, se tivesses a oportunidade de fazer uma prova do Mundial de Ralis num Grupo B, que carro escolherias e que rali farias?
“O carro é fácil, o Audi Quattro, e o rali, qualquer um, mas podia ser o RAC, Rally GB País de Gales…
O que é que achas da possibilidade de Carlos Sainz se candidatar a Presidente da FIA, seria positivo e para o futuro?
“Sim, quer dizer, nós somos mais do que um que gostaríamos de apoiar o Carlos (Sainz), mas duvido que ele esteja motivado para o fazer”.











