Carlos Sainz revelou que a sua decisão de se juntar à Williams em 2025 foi influenciada tanto pela visão a longo prazo da equipa como pelas pessoas que a apoiam.
Com várias opções para a próxima época, incluindo o interesse da Alpine e da Audi, embora a Mercedes e a Red Bull não o tenham considerado, Sainz concentrou-se na equipa que tinha o melhor potencial para 2025, especialmente no que diz respeito à sua capacidade de gerar apoio aerodinâmico e fazer progressos.
No entanto, quando se encontrou com o diretor da equipa Williams, James Vowles, e discutiu os planos da equipa em pormenor, Sainz ficou convencido com a liderança de Vowles e com o forte projeto que estava a construir. A decisão de Sainz foi, em última análise, guiada pela sua confiança no projeto e nas pessoas envolvidas na Williams, pois sentiu que a equipa tinha as bases certas para ter sucesso no futuro.
“Para mim, o que foi fundamental não foi tanto o curto prazo no início, quando tive de tomar uma decisão tão importante”, disse Sainz numa entrevista a Vowles no canal da Williams no YouTube. “Estava muito concentrado em saber que equipa ia ser mais rápida em 2025. Quem estava a gerar mais downforce? Quem está a descobrir coisas que os vão tornar mais rápidos? Finalmente, percebi que a minha decisão tinha de se basear em duas coisas: o projeto e as pessoas. E quando comecei a discutir mais detalhadamente com o James, percebi que ele tinha montado um projeto muito forte aqui na Williams. Ele estava a formar uma equipa com uma visão, com um projeto, juntamente com Dorilton, que penso que vai trazer esta equipa de volta para a frente com uma liderança muito forte, com uma visão que imediatamente, desde o início, fez-me, digamos, apaixonar pelo projeto e confiar na sua liderança.”
Sainz também comparou esta decisão com a sua passagem pela McLaren, onde esteve dois anos antes de se mudar para a Ferrari. Durante a sua passagem pela McLaren, ele testemunhou a progressão da equipa no grid.
“Lembro-me que quando deixei a McLaren, pensei que havia lá pessoas muito boas e que aquela equipa poderia ser campeã do mundo no futuro”, acrescentou. “A McLaren acabou por ser campeã do mundo no ano passado, e eu disse: ‘Ok, tenho de confiar mais no meu instinto’. Sei que a Williams tem um bom projeto. Eles têm o apoio e têm boas pessoas. E, no final, esta combinação de duas coisas fez-me acreditar realmente na Williams.”











Pois. Já aqui disse mais de uma vez. Quiseste sair da McLaren com a ganância de correr de vermelho. Nada ganhaste e ainda levaste um pontapé nos fundilhos. Acaso tivesses sido inteligente, ficavas na McLaren e terias reais chances de disputar o Mundial. Agora…..Williams. Vai acreditando!
Ainda sais antes do Palonso.
Tanto do ponto de vista emocional como racional, a melhor opção nesse momento era a transferência para a Ferrari. Qualquer piloto teria feito o mesmo. É muito giro fazer esses comentários desde a perspetiva de 2024 mas o Sainz não deve ter acesso a uma bola de cristal como tu tens. Teria realmente chances de ganhar? É que pela diferença de pontos entre o Lando e o Max não se nota. E que conste ainda ganhou umas corridas, curiosamente tantas quanto o Lando. Contudo, estou de acordo que as probabilidades de sucesso na Williams são muito reduzidas. Eventualmente em 2026… Ler mais »
Gostei da sua analise ao comentário do ” malhaxuxas”. Mas quando diz, ” o Sainz não deve ter acesso a uma bola de cristal”. Na verdade não é bola de cristal mas instinto humano, algo muito forte no ser humano. “Lembro-me que quando deixei a McLaren, pensei que havia lá pessoas muito boas e que aquela equipa poderia ser campeã do mundo no futuro”, Pois bem ele aqui já demonstra que foi uma decisão errada sair da McLaren. Ora se acredita que a equipa onde está pode se sagrar campeã e lutar por títulos de pilotos, porque razão o piloto… Ler mais »
Entendo o teu comentário, realmente a intuição pode ser uma arma muito forte.Também não gostei quando saiu para a Ferrari, sempre gostei do Carlos e da Mclaren. É bom recordar que estamos a falar de um período muito longo, 4 anos na F1 é muita coisa., na minha modesta opinião nem a intuição nem a racionalidade conseguiriam jogar com todas as variáveis presentes nesse período.
Cumprimentos.
O grande problema do Carlos quando foi para a Ferrari foi acreditar que podia ser campeão mundial na Ferrari. Concordo que ele se precipitou ao ir para a Ferrari, porque a Ferrari nunca olhou para o Carlos como um campeão mundial, ou um futuro campeão mundial, mas sim como um ótimo piloto de equipa. E lembro-me de ele dizer que não ia ser o segundo piloto, até o pai chegou a dizer que o Carlos não tinha assinado um contrato como era o segundo piloto. Pois bem assim que a Ferrari percebeu, agora estamos no jogo para disputar o titulo… Ler mais »
A contratação do Hamilton indica que a Ferrari não acredita em nenhum dos dois. Imagino que depositam no Leclerc um pouco mais de esperança pela sua velocidade pura e que Hamilton traga consistência que também é um forte de Sainz. Acho há 4 anos atrás, todos sabíamos quem eram os filhos favoritos nas 4/5 melhores equipas. O Sainz nunca foi um deles e de certeza que ele sabe isso perfeitamente. Seja na Mclaren, na Ferrari ou qualquer outra equipa sabia que tem de haver uma série de fatores muito particulares que leve a equipa a apostar nele. O caso do… Ler mais »
A ver vamos como dizia o cego😀