A Red Bull enfrentou um início de temporada turbulento fora das pistas, com rumores de disputas internas e possíveis mudanças na equipa. Helmut Marko, depois da polémica do comportamento indevido de Christian Horner com uma funcionária da Red Bull, confirmou que continuaria nas suas funções, evitando a suspensão devido a supostas fugas de informação relacionadas ao “caso Horner”.
Em reunião com Oliver Mintzlaff, diretor-executivo da Red Bull GmbH, Marko declarou ter tido uma “conversa muito boa” e destacou a necessidade de restabelecer a calma na equipa.
Christian Horner, chefe de equipa, negou qualquer problema com Marko, reforçando que a relação entre ambos permanecia sólida e que todos teriam um papel fundamental no sucesso da Red Bull. Horner também desmentiu envolvimento da equipa de Fórmula 1 na conversa entre Marko e Mintzlaff.
Max Verstappen, que acabou por também se peça chave neste processo, manifestou forte apoio a Marko, destacando a sua importância para a coesão da equipa e afirmando que a sua continuidade seria essencial para o futuro da Red Bull e a sua própria permanência. Rumores sugeriam que Verstappen terá uma cláusula contratual que permite a sua saída caso Marko deixe a Red Bull. Verstappen elogiou a lealdade e contribuição de Marko, ressaltando o seu papel na construção da equipa desde o início e o seu compromisso em manter a estabilidade dentro da estrutura. Foi o início do fim da polémica, que custou a saída de nomes fortes da estrutura pouco depois.










