A Red Bull Racing enfrenta desafios em Las Vegas, com Max Verstappen a terminar em 17.º e Sergio Pérez em 19.º no TL2. O RB20 da equipa está a ter dificuldades com a velocidade em linha reta, um fator crítico neste citadino. Este problema tem origem na decisão da Red Bull de não desenvolver asas traseiras específicas para o circuito devido a restrições orçamentais.
Em Monza, no início deste ano, Verstappen criticou a falta de uma asa traseira especializada, explicando que a equipa deu prioridade a outras despesas dentro do orçamento limitado. Enquanto concorrentes como McLaren e Ferrari adaptaram as suas asas traseiras para pistas de alta velocidade, a Red Bull manteve uma configuração padrão para evitar violar os limites financeiros estabelecidos pela FIA.
Esta estratégia, baseada no domínio do RB19, pressupunha que essas asas seriam desnecessárias. No entanto, com o RB20 a necessitar de ajuda extra em determinadas pistas, a ausência de componentes especializados tornou-se num problema. Este é mais um dos fatores que faz com que o limite orçamental possa dar corridas mais equilibradas a longo prazo. Com um limite definido, as equipas têm de tomar opções e por vezes essas opções acarretam compromissos. No caso da Red Bull, esse compromisso foi feito com base numa premissa que agora não existe. Veremos como a Red Bull consegue dar a volta à situação.








