O GP de São Paulo tornou-se decisivo nas contas do título e também se tornou decisivo para as contas do meio da tabela. Depois de uma época miserável, a Alpine conseguiu num fim de semana apenas fazer mais pontos do que no resto da temporada. Mais ainda, deu um salto importantíssimo na tabela dos construtores, subindo de nono a sexto, ultrapassando a Haas, a Williams e a RB.
Esteban Ocon voltou a ser brilhante, com uma pilotagem sublime. Não fosse o último Safety Car, talvez o francês apontasse à vitória. Mas o segundo lugar é um feito tremendo para Ocon e uma boa prenda, quando se aproxima das últimas corridas com a equipa:
“Que dia foi este depois de uma época difícil. É muito bom pilotar aqui e ter o desempenho um pouco nivelado à chuva. Alguém muito importante para todos nós disse há muito tempo que, à chuva, os carros são quase iguais e isso não envelheceu de todo. É fantástico estar no pódio. O carro era extremamente difícil no seco e depois senti-me à vontade quando começou a chover. Hoje foi uma corrida especial para nós.”










Alguns não entendem porque um piloto tão odiado (mas não por mim) se mantém na F1. Este GP é uma das razões. Tecnicamente, o Esteban Ocon é muito, muito bom piloto. É muito bom à chuva e sabe aproveitar uma oportunidade.
Palavras sábias, com a chuva o Mclaren era como o Alpine….