Ott Tänak pretende que a FIA lance uma investigação independente sobre o que aconteceu durante a PE14 do Rali da Letónia, em que ‘atropelou’ um arco insuflável de publicidade, que tinha caído depois da passagem de Elfyn Evans, que bateu nas estacas que suportavam a estrutura, com esta a cair. A organização revelou que pediu às duas pessoas da organização presentes no local, que retirassem o arco insuflável da estrada, mas menosprezou a capacidade de levar a cabo essa tarefa em tempo útil, por parte dos dois elementos, o que resultou no incidente, em que o Hyundai i20 N Rally1 ficou envolvido na estrutura, levando à interrupção do troço.
Claramente a Direção de Prova deveria ter interrompido a prova sinalizado de imediato a equipa, e o incidente deu-se porque as pessoas não tiveram a capacidade de retirar a estrutura da estrada em tempo útil: “”Espero que a FIA faça uma investigação independente para perceber realmente o que aconteceu”, disse Ott Tänak ao DirtFish: “Temos que modernizar a segurança enquanto os participantes estão a correr”.
Cyril Abiteboul pediu que as pessoas esquecessem a polémica das palavras iniciais de Tanak: “Isto descreve exatamente a segurança que temos em termos de controlo de corrida. Provavelmente estavam a comer uma boa refeição e a beber um bom vinho. Bom trabalho do controlo de prova, estão mesmo a tomar conta de nós. Espero que tenha sido um bom vinho”, e pediu para se centrar no problema que levou a essas palavras, que são fortes, mas desviam a atenção para o que é realmente importante: o que não se fez e deveria ter sido feito.
E tem toda a razão: “toda a comunidade dos ralis tem que compreender como é que num mundo de conetividade, de fluxo de informação instantâneo, não é possível saber quando algo está a bloquear a estrada”, disse Abiteboul ao DirtFish.
“Como é que podemos garantir que não acontece no futuro?” acrescentou Abiteboul que revelou ainda que o avião da WRC TV não voou devido a um problema técnico durante a tarde: “tem de haver redundância…”












