Sébastien Ogier, em declarações à Auto Hebdo revelou que deve ser feito qualquer coisa com os reconhecimentos dos ralis, alegando que é um tema que tem vindo a ser discutido há muito tempo e que agora está de novo em cima da mesa.
Há muito que não sucedia algo do género com tanta gravidade, mas os riscos estão sempre lá enquanto a estrada estiver aberta ao tráfego normal. Ogier entende que hoje em dia não faz sentido que os reconhecimentos sejam feitos com estradas abertas, pois o potencial para que um acidente suceda é grande. Em boa parte dos troços dos ralis as estradas são estreitas e por vezes quando se ‘apanha’ um topo sem visibilidade, como foi o caso, é muito fácil bater-se.
Ogier alega que este tipo de acontecimento deixam má imagem aos ralis, mesmo conduzindo dentro dos limites regulamentados. Ogier acrescenta ainda que para fazer bem o trabalho têm de olhar para as trajetórias, e percebê-las e num contexto desses apanhar alguém de frente é muito complicado.
Foi o que sucedeu neste caso, pois era um topo sobre uma esquerda e Ogier cortava um pouco a curva, contudo, como acontece muitas vezes em casos destes, ambos ‘fugiram’ para o mesmo sítio, e o choque foi inevitável. Segundo Ogier se o outro carro tivesse ficado na sua linha, não tinham batido.
Para o francês é bom procurar soluções para diminuir a possibilidade de haver acidentes nos reconhecimentos.
FOTO redes socais Sébastien Ogier












Pode ter certa razão mas estamos a falar de alguém que sempre achou que tudo valia para vencer. Ele que explique bem isso de se cada um estivesse na sua linha não teria havido acidente se o carro dele atinge o outro apenas com o lado direito do mesmo. A ser verdade teria batido com o esquerdo pois como é do conhecimento geral na Holanda, tal como em quase toda a Europa conduz-se pela direita e nos reconhecimentos tem de ser respeitado o código de estrada. Ia de prego a fundo, causou o acidente e vem deitar poeira nos olhos… Ler mais »
Voce deve perceber muito de ralis, tendo em conta que o acidente foi na Polonia e nao na Holanda.
Segundo a informação vinculada a telemetria dizia que a velocidade a que circulava estava dentro dos limites naquela zona e já agora também não discordo que se calhar tem de ser feito algo nos reconhecimentos pois os pilotos estão nessa altura focados sobretudo nas trajetórias que irão utilizar na prova.
Infelizmente e como descobrimos o ano passado com o malogrado Craig Breen os testes podem ser mais perigosos que as provas…
Pois…