Tal como sucedeu com Chrles Leclerc, também Carlos Sainz foi eliminado na Q2, o que não foi coincidência, mas sim falta de ritmo do Ferrari SF-24.
Porquê, é a pergunta que os homens da Ferrari tentam responder desde ontem à noite. “Muito difícil. Acho que desde o TL3 vimos que iríamos ter dificuldades nesta pista. E como não fizemos um trabalho perfeito na qualificação, ficámos fora na Q2.
“Estava a ter muitas dificuldades com a aderência, com as sensações e, honestamente, estávamos com um equilíbrio muito difícil, um nível de aderência muito difícil para o carro. Era muito fácil cometer erros.
“Se me tivessem dito antes do Grande Prémio o quão difícil teria sido, que teria sido tão difícil, eu não teria confiado nem acreditado. Depois, após o TL3, sabíamos que ia ser uma qualificação difícil.”
Sobre as suas hipóteses e as da equipa no domingo, acrescentou: “Espero que seja apenas uma questão de qualificação e que sejamos mais competitivos na corrida, embora tenhamos visto no ano passado como é difícil ultrapassar. Vamos dar o nosso melhor”.
FOTO MPSA/Phillippe Nanchino











