Laurent Mekies, chefe de equipa da RB, acusou o piloto da Haas, Kevin Magnussen, de “comportamento antidesportivo” durante o Grande Prémio da Arábia Saudita de F1, afirmando que o plano seguido pelo dinamarquês fez Yuki Tsunoda perder um possível décimo lugar e um ponto somado pela estrutura italiana.
Magnussen recebeu foi penalizado duas vezes durante a corrida saudita, acumulando 20 segundos pelo contacto com Alex Albon e, mais tarde, por ter ganho uma vantagem ao passar Yuki Tsunoda fora de pista. Com a corrida arruinada, a Haas pediu a Magnussen para abrandar os seus adversários para que Nico Hülkenberg tivesse tempo para efetuar a sua paragem na box, garantindo para o alemão um ponto valioso no final da prova.
“Yuki estava a lutar pelo que poderia ter sido um 10º lugar”, disse Laurent Mekies depois da corrida. “Foi então ultrapassado por Magnussen, que cortou pela escapatório e depois abrandou todo o pelotão para deixar o seu colega de equipa abrir uma vantagem para ir às boxes à nossa frente. Isto fez com que a penalização imposta a Magnussen não fizesse sentido, uma vez que destruiu a corrida de Yuki”.
O chefe de equipa da RB explicou ainda que “Magnussen saiu da pista para se colocar deliberadamente à frente de Yuki e depois abrandou-o até dois segundos por volta, o que permitiu a Hülkenberg, que ainda não tinha parado, ter uma margem confortável e, claro, parar e ficar à frente de todos os carros”. Por isso, Mekies considera que esta situação “não é correta e é a própria definição de comportamento antidesportivo. Tenho a certeza que nós e outras equipas vamos falar com a FIA sobre isso para as próximas corridas”.
Yuki Tsunoda foi ainda ultrapassado por Alexander Albon quando seguia atrás de Kevin Magnussen, terminando o GP da Arábia Saudita em 15º, ainda atrás de Esteban Ocon e Logan Sargeant, tendo sido penalizado em 5 segundos.










