Está tudo preparado para o arranque do Mundial de Fórmula 1 e o tempo passa e não há decisões sobre o caso Christian Horner. Um assunto deste calibre tem de ser tratado com ‘luvas de pelica’, tal a seriedade do assunto e do efeito que tem nos envolvidos, também a presunção de inocência, pelo que o problema não é a morosidade do desfecho, é o facto de um assunto com esta importância poder desviar atenções do que é realmente importante: as corridas.
“Não consigo imaginar que a temporada comece sem alguma forma de clareza”, disse o jornalista de F1 Louis Dekker, no Bahrein, antes do início dos treinos de abertura na quinta-feira, à NOS. A opinião geral é que a pressão sobre a Red Bull para resolver a questão é cada vez maior: “Estamos todos a pedir uma investigação que seja justa e transparente. E, se possível, rápida”, declarou Laurent Mekies, chefe da outra equipa de F1 da Red Bull, a RB, ao jornal Ouest France.
Também a F1, a FIA e a Ford aumentaram a pressão para obter um resultado antes do GP do Bahrein
Ralf Schumacher disse ao Bild que “Só a Red Bull pode vencer-se a si própria este ano”, disse.
Fontes sugerem que, uma vez tornado público o destino de Horner, a Red Bull não tenciona partilhar todos os pormenores das acusações. A Sky Itália escreve que a história de Horner é a única fraqueza da Red Bull.










