Quando ao cabo dos primeiros 9.64 Km da prova do troço de Boticas / Vale do Tâmega se percebe que o mais rápido do CPR, Kris Meeke bateu o segundo classificado, no caso Armindo Araújo, por 15.9s em menos de 10 Km está tudo dito quanto ao que se espera do rali. Já se sabe, não há volta a dar, que a única forma que Kris Meeke, face ao seu ritmo e experiência, perder um rali do CPR é ter problemas no carro, ou algum dos ‘momentos’ e o irlandês confessou-nos que teve vários nesta prova, correr mal.
O que vimos no ano passado foram quatro vitórias em seis ralis: na Madeira, Meeke foi atrás dos pilotos locais, bateu, confessando-nos já este ano que foi um erro tê-lo feito, antes no Rali de Portugal teve problemas no carro e desistiu. São as únicas duas formas de perder ralis no CPR: cometer um erro ou ter problemas mecânicos no Hyundai. Seja como for, é uma enorme mais valia os adeptos poderem ver um piloto deste calibre a correr em Portugal. Basta recordar esta frase que Meeke nos disse ontem, para perceber o que se pode esperar do CPR: “há muitos, muitos anos que não gostava tanto de conduzir num rali. No ano passado. Não gostei muito do carro na terra. Quando comecei, fiz a Aboboreira e o WRC Rally de Portugal, que foi bastante curto. Depois veio o alcatrão, mas não gostei muito devido a alguns problemas com os diferenciais e não me sentia confortável. Mas aqui, agora, este ano, está tudo resolvido desde o teste que sempre me senti-me muito bem com o carro…”. Para bom entendedor…










