Nico Hulkenberg lamenta a demissão de Gunther Steiner, ex-chefe de equipa da HAAS, mas Kevin Magnussen prefere olhar em frente e mostrar-se otimista face ao futuro próximo. Depois da equipa norte-americana ter ficado duas vezes em último nos últimos três anos, o proprietário da equipa, Gene Haas, despediu Guenther Steiner, que pedia mais dinheiro para fazer melhor.
À Sky Itália, Kevin Magnussen admite que “não crescemos o suficiente. Penso que este novo desenvolvimento pode ser benéfico”, disse, apoiando a promoção interna de Ayao Komatsu, um engenheiro discreto que ocupa agora o lugar de Steiner como diretor da equipa.
Magnussen gosta da abordagem do japonês, que colocou todo o foco na afinação do carro para não gastar pneus, facto que lhes pode valer, mesmo saindo de trás na grelha ir subindo na ordem conforme as restantes equipas vão tendo que ir às boxes trocar pneus, abrindo mais possibilidades estratégicas: “Até agora, ele tem estado muito concentrado em manter toda a gente no caminho certo para a nossa tarefa atual”, disse Magnussen, “que é melhorar a nossa situação nas corridas. Porque é claramente isso que nos vai proporcionar uma época melhor: “Sabemos qual é a tarefa que temos pela frente, a situação em que nos encontramos, e lidamos com ela de forma realista. Ele (Komatsu) é um engenheiro. Ele vê as coisas com outros olhos. Mas uma equipa de Fórmula 1 é constituída principalmente por engenheiros e agora têm alguém no topo que fala a mesma língua”, disse Magnussen que admite que o carro de 2024 é melhor do que os seus dois antecessores.











