A Alemanha volta a não estar representada pelo quarto ano consecutivo no calendário da Fórmula 1, trocando-se argumentos entre os principais intervenientes ao mesmo tempo que se aponta o dedo ao “outro lado” pela falta de acordo. Agora, o diretor do circuito de Hockenheim Jorn Teske insiste que não tem recursos financeiros para pagar a vinda do mundial caso a Liberty Media não baixe o valor que pede.
“Não tenho números concretos”, disse Teske ao Auto Motor und Sport sobre a possibilidade do traçado alemão voltar a receber a Fórmula 1. “Mas é bem sabido que os novos países são capazes de angariar montantes diferentes dos circuitos tradicionais na Europa. Não sei até que ponto a espiral vai continuar a subir”. Em agosto de 2022, Stefano Domenicali afirmou que a Alemanha não estava a fazer o suficiente para negociar uma entrada no calendário, insistindo que tem havido apenas interesse da parte da Fórmula 1 em chegar a um acordo.
Tesker contra-argumentou agora. “Já nos foi dito que existe um grande interesse na Alemanha como local para correr e não creio que seja apenas conversa fiada, mas não está totalmente claro para mim até que ponto podem estar dispostos a reduzir o valor a pagar. Se nada mudar ou se a Fórmula 1 não estiver preparada para fazer grandes compromissos, não pode funcionar”, disse o responsável.











