Ninguém é culpado até que quem de direito investigue e descubra o que se passou, mas com tudo o que se viu e ouviu, os habituais comentadores e especialistas têm a perceção que Christian Horner consiga ‘sobreviver’ a este escândalo no seio da Red Bull.
A acusação é de “comportamento inadequado”, mas seja o que for que aconteça daqui para a frente, certo é que algo se passou e para as coisas terem chegado a este ponto, não foi, certamente por “dá cá aquela palha”, portanto a ideia geral é que muito provavelmente, Horner, à frente da Red Bull desde 2005, não parece ter grande apoio da Red Bull, e nem sequer falamos da equipa mas sim da empresa-mãe austríaca.
Parece estar afastada a ideia inicial quanto às acusações, que, ao que tudo indica, não são de natureza sexual, mas sim sobre um alegado estilo de chefia/gestão agressivo e controlador por parte de Christian Horner.
James Vowles, o chefe de equipa da Williams, produziu declarações que dão uma boa ideia do que está em jogo: “Penso que (a acusação) significa que todos temos de nos olhar ao espelho e certificarmo-nos de que estamos a colocar as questões certas internamente e a agir de uma forma de que nos podemos orgulhar, não hoje, mas nos próximos dez anos”, disse. como dizem os ingleses, “speak volumes…”.
O novo Red Bull RB20 é apresentado a 15 de fevereiro e até aí saber-se-á como estão as coisas, e o simples facto de Horner marcar presença ou não dirá tudo…
Giedo van der Garde, ex-piloto da Red Bull, está convencido que Horner não estará na apresentação.
Reparem que até aqui não se tem falado se Max Verstappen e a Red Bull terão outra época como a de 2023, mas a única coisa em que o nome Red Bull entra, é com o ‘caso Horner’ e a casa-mãe sabe que este tipo de coisa causam dano a uma marca.










