Em resposta à especulação sobre uma potencial fusão com a Renault, o Presidente da Stellantis, John Elkann, negou tais planos, afirmando que a empresa se concentra na implementação da sua estratégia comercial a longo prazo.
As dificuldades da Renault, incluindo o abandono do mercado russo e o cancelamento dos planos de uma oferta pública da Ampere (unidade de desenvolvimento de veículos elétricos e software), deixam o grupo Renault como um alvo preferencial para uma fusão. A Stellantis continua a ser rentável, com uma forte capitalização de mercado. No entanto, Elkann, citado pela Reuters, sublinhou que não estão em curso quaisquer discussões sobre fusões, destacando a carteira diversificada de marcas da Stellantis, incluindo a Peugeot, a Citroën e a Jeep.
Os rumores começaram depois das declarações de Carlos Tavares, CEO da Stellantis, que disse na semana passada, numa entrevista à Bloomberg, que o grupo estava “pronto para qualquer tipo de consolidação” e que a sua função era garantir que seria “um dos vencedores”.











