Para lá do novo sistema de pontos, a utilização de Rally1 não híbridos, os batedores no WRC2 o fim da penalização por troca do motor após o shakedown e as mudanças na WRC Masters Cup, o Mundial de Ralis ainda teve algumas pequenas alterações nas regras, como por exemplo a não pontuação dos WRC2 na PowerStage, 3,2,1, como existia mas se terminarem no top 5 à geral, pontuam para o campeonato ‘global’, como sucede com qualquer concorrente que o consiga, mas não averba pontos para o campeonato de WRC2.
Este ano as equipas só podem utilizar três unidades híbridas, face às nove que podiam utilizar. Os sistemas da Compact Dynamics são agora bem mais fiáveis, mas este foi um processo muito ‘doloroso’ para a empresa e para oas equipas.
No WRC os concorrentes podem contar com os seis melhores resultados dos sete ralis previstos no calendário. Em 2023 eram quatro em cinco.
No Shakedown passa a ser obrigatório que a terceira passagem seja feita, nas equipas P1, com convidados no banco do lado direito, para efeitos de marketing, tentando-se com isso potenciar o alcance do WRC fazendo-o chegar a públicos não habituais porque muitas dessas pessoas terão possivelmente grande número de seguidores nas redes sociais e com isso podem fazer chegar o WRC a novas pessoas.
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