22 anos depois da última aventura na Fórmula 1, a Ford regressará oficialmente à competição mundial, confirmada que foi a parceria com a Red Bull Powertrains em fevereiro deste ano, iniciando-se esta nova aliança em 2026, quando se iniciar o novo ciclo regulamentar das unidades motrizes.
Dois fatores terão ajudado à tomada da decisão da Ford de regressar à F1, anunciado poucos instantes antes da apresentação do Red Bull RB19, o monolugar da equipa austríaca: o crescimento da competição nos Estados Unidos e o aumento da componente elétrica nas unidades motrizes em 2026.
Sobre o regresso do construtor automóvel norte-americano à F1, o presidente executivo Bill Ford disse que: “Este é o início de um novo e emocionante capítulo na história do desporto automóvel da Ford que começou quando o meu bisavô ganhou uma corrida que ajudou a lançar a nossa empresa. A Ford está de regresso ao auge do desporto, trazendo a longa tradição de inovação, sustentabilidade e eletrificação da Ford para um dos palcos mais visíveis do mundo”.
Recorde-se que existe história muito rica por parte da Ford na Fórmula 1. A Ford, apesar de não estar na competição desde 2004, continua a ser uma das marca de motores mais bem sucedida de F1, principalmente com a designação de Ford-Cosworth, tendo vencido 176 corridas, terceiro fabricante de motores com mais vitórias em corridas, a seguir à Ferrari e Mercedes e ainda à frente da Renault. No entanto, o último Grande Prémio vencido por um motor Ford-Cosworth foi insólito e o troféu de vencedor só foi entregue a Giancarlo Fisichella (Jordan-Ford-Cosworth) mais tarde, depois da FIA ter corrigido a classificação anterior que tinha dado Kimi Räikkönen como vencedor do GP do Brasil de 2003.










