Com o triunfo de Elfyn Evans na Finlândia, aliado ao abandono de Kalle Rovanpera e os 30 pontos que recuperou ao seu colega de equipa finlandês, o galês viu abrir-se-lhe uma janela de oportunidade que já teve em dois anos seguidos no passado recente. E este é um ‘déjà vu’ para Evans, que desta feita espera poder virar a seu favor os desfechos anteriores, pois nunca conseguiu ser campeão. É verdade que o trabalho é ciclópico, Rovanpera dificilmente ‘suja o pé todo’ várias vezes seguidas, mas o simples facto de ter essa possibilidade é motivador para Evans. Os 30 pontos que recuperou no Rali da Finlândia colocam-no de novo na luta, e agora tem de fazer pela vida na Grécia. São agora apenas 25 pontos e com quatro rondas pela frente, tudo se abriu novamente: ”tenho uma oportunidade”, disse Evans ao DirtFish: “Vai ser difícil ganhar na Grécia a partir de segundo na estrada se for um rali seco, mas temos de nos concentrar em fazer o melhor trabalho possível”.
Quanto a Evans, tudo dito, de Kalle Rovanpera espera-se a resposta, mas se o piso estiver seco, o mais provável, vai ter vida difícil no 1º dia, e dependendo como lhe correr, nos outros dois também.
Thierry Neuville tem alternado segundos lugares com maus resultados, mas o que quer mesmo na Grécia é repetir a Sardenha.
Tendo conquistado lugares no pódio nas duas últimas edições da famosa e dura prova, Ott Tanak está bem adaptado ao extenuante Rali da Acrópole, que exige o equilíbrio perfeito entre agressividade e ‘simpatia’ mecânica para chegar ao topo. Resta saber se o carro colabora. Se a resposta for positiva, contem com Tanak..
Sébastien Ogier está de regresso na Grécia, como sempre escolhe bem as provas que faz para potenciar as suas chances de vencer, e é o que vai tentar fazer.
Esapekka Lappi saiu da estrada na Finlândia, mas antes disso, foi um dos três primeiros classificados em quatro das suas últimas cinco provas, pelo que o seu ritmo é inquestionável, resta ver como se sai na Grécia.
Dani Sordo regressa na Grécia após mais de dois meses fora, pelo que o seu ritmo pode estar longe do ideal. A última vez que o piloto de 40 anos conduziu o seu Hyundai i20 N Rally1 em prova foi no Safari Rally Kenya, em junho, terminando em quinto. O espanhol foi terceiro na Grécia no ano passado.
Como se percebe, há um conjunto grande de pilotos com boas hipóteses de lutar na frente pelo que o regresso do WRC após as férias de versão, promete.











