O Nissan Leaf é um automóvel histórico que causou um grande impacto na indústria. Nasceu em 2010, em foi o primeiro a ‘massificar-se’ e a ter um grande sucesso comercial, com vendas a atingir as 600.000 viaturas em todo o mundo. Foi seguido por outros carros elétricos de produção em grande escala, como o Renault Zoe, o BMW i3 e o Tesla Model 3, está neste momento a caminhar para o fim de vida, mas ainda é um grande automóvel elétrico.
Inevitavelmente, a Nissan vai trocá-lo, não por um novo Leaf, mas sim um crossover tipo coupé, segundo a marca, um design “elegante e moderno”.
Quando foi apresentado em 2010, foi uma autêntica pedrada no charco, nem 200 Km tinha de autonomia ‘real’, mas nessa altura não se antevia o que iria ser a evolução dos elétricos e 13 anos depois as coisas são totalmente diferentes, há inúmeros modelos ‘mais’ em tudo, e ser pioneiro é algo que somente fica para a história, importante é o presente e o futuro.
E para manter o presente vivo a Nissan fez recentemente um ligeiro ‘face Leaf’, um melhor design, melhor desempenho, dotou-o de mais e melhores soluções de conetividade e aumentou significativamente os equipamentos, especialmente no que às ajudas eletrónicas à condução diz respeito
Provavelmente se olharmos para o design do Ariya ficamos com uma ideia do que poderá ser o novo Leaf, ou qualquer que seja o novo nome, se for o caso.
Neste último upgrade, o Leaf ficou com um visual renovado, e várias outras melhorias, novas jantes de liga, novas escolhas de cores, o destaque continua a ir para as suas famosas funcionalidades de assistência à condução, como o ProPILOT, e tecnologias de infoentretenimento, como o sistema NissanConnect, a bordo.
As duas opções de bateria que oferecem até 510km (WLTP) de autonomia neste Leaf e+.
É claramente uma melhoria significativa em relação ao modelo anterior e convém olhar para o preço que tem neste momento, pois isso pode ser um argumento que faz diferença neste momento…


















