O GP da Hungria foi palco de uma inovação. O novo formato de qualificação usado, em que se usam apenas um tipo de composto por cada sessão, (duros na q1, médios na Q2 e macios na Q3) tem como objetivo poupar no transporte de pneus, com as equipas a passarem a receber 11 conjuntos de pneus em vez dos atuais 13.
Este novo formato trouxe um pouco mais de incerteza, pois as equipas não puderem fazer os treinos livres como habitualmente, com necessidade de gerir as borrachas disponíveis. E já se sabe que, com menos dados, as equipas estão mais propensas a erros e isso pode dar-nos uma ordem diferente.
O que achou deste novo formato? Gostou? Não gostou? Foi indiferente? Diga-nos a sua opinião:













Os pilotos podem não achar muita piada ao novo formato de qualificação, mas a verdade é que trás uma emoção extra a qualificação. Mesmo com temperaturas altas já ouve emoção então imagine-se com temperaturas baixas, vai ser uma roleta ver quem consegue avançar para a próxima fase, equipas que lutam pela pole podem nem passar ao Q2, é tudo isto que os fans querem emoção, incerteza até ao fim. Este novo formato devia ser em todos os GP.
Achei interessante. Penso que terá de haver maior participação nos treinos livres, para preparar a qualificação com vários tipos de pneus e isso obrigará a rever e aumentar regras de alocação de pneus, que é o contrário do que pretendem. Mas isso é outra história…
Sobe o nível de complexidade da qualificação porque os pilotos são obrigados a ter um bom desempenho com qualquer tipo de pneu.
Gostei e por mim podia já ficar assim. Sobre rodarem pouco na 6ª feira, se calhar podia-se fazer apenas um treino ou pura e simplesmente acabar com as 6ªs e fazer um treino de 1:30H no sábado seguido da qualificação.
A Q1 até correu melhor do que eu esperava, mas talvez por os Duros não serem assim tão duros, e ao calor que estava na Hungria, em situações com a pista fria e com C1 pode ser um completo caos.
Concordo totalmente. Eu não desgostei, mas tivemos apenas uma amostra em condições ideais. Precisamos de mais amostras noutras condições para aferir se deverá ser implementado.
Compete aos pilotos fazerem o melhor que sabem, (estamos a falar dos melhores pilotos de monolugares do mundo, note-se) e sendo as condições iguais para todos, quem tem unhas toca guitarra.
Por um lado é interessante porque há um bocadinho efeito roleta russa. Por outro, isto não torna exactamente as coisas mais iguais para todos, já que existem carros capazes de gerar temperatura mais rapidamente que outros. Para ficar com uma opinião mais sustentada, é preciso ver este modelo mais vezes em ação. Em relação às sextas feiras, algo tem de mudar. Perante este cenário, eu propunha uma quali na sexta e outra no sábado, somando assim os tempos de ambas para decidir as classificações para a corrida de domingo. Talvez isso tornasse o fim de semana mais interessante de um… Ler mais »
Todos os amantes deste desporto gostam de emoção e competitividade. Eu sou um deles que gosta disso. Só não gosto de ela existir de modo artificial e não por mérito de quem cria os carros e de quem os pilota. Sou contra se criar artifícios que tentem nivelar algo que a competência não o conseguiu/consegue fazer. Por isso não gostei e espero que não mais se repita, principalmente em pistas frias onde o artifício de nivelamento é maior.
É igual para todos, cabe aos pilotos adaptarem-se às condições de pista/pneus/temperatura, isso não tem nada de artificial e é a essência dos desporto.