A Williams não esteve tão bem na Hungria como esteve na Grã-Bretanha, mas ainda assim, é notório o melhor andamento do monolugar de Grove. Alexander Albon continua a ser o piloto de referência na equipa e no Hungaroring comprovou-o, defendendo com muita mestria o seu 11º posto dos ataques de Valtteri Bottas, que passou 24 voltas sempre na retaguarda do piloto da Williams sem que conseguir a ultrapassagem.
Além de Albon e Bottas, Yuki Tsunoda também poderia ter estado na discussão do primeiro lugar não pontuável, mas o piloto japonês perdeu este ‘comboio’ em resultado de uma paragem mais longa na box. Vinha a fazer uma corrida sólida, tendo acabado ofuscado pelo regressado Daniel Ricciardo e pelo seu 13º posto.
Em relação a Albon, o piloto da Williams pareceu sempre confortável dentro do carro, mesmo quando tinha parado nove voltas antes em relação ao seu mais direto adversário e conseguindo levar o jogo novo de pneus duros a durar 38 voltas. É verdade que Bottas trocou um jogo de pneus duros por um outro já usado, mas a postura de Albon na defesa da sua posição foi brilhante.










