A mudança de aproximação a esta regra pode passar por duas vias: ou se mudam os traçados e se colocam caixas de gravilha nas zonas mais críticas e isso vai implicar que algumas pistas terão de optar entre a F1 e o MotoGP (pois o MotoGP não quer caixas de gravilha), o que é injusto para uma infraestrutura cujo investimento é de milhões e que perde uma forma de rentabilizar e recuperar o dinheiro investido. Talvez a melhor solução seja um limite de pista com tolerância. Primeiro definir de forma clara o limite. É a linha branca? É o corretor? Idealmente será sempre a linha branca. E depois encontrar forma de distinguir o que é um abuso de limite de pista e o que é uma saída de pista por outros motivos, que não devem ser penalizados. Por fim, encontrar um compromisso que sirva a todos. Aplicação de uma tolerância de alguns centímetros, por exemplo.
Na sondagem feita pelo AutoSport, as opiniões dividem-se. 28,2% dos leitores que votaram consideram que a regra deve ser mantida como está, mas 27,8% acreditam que os limites devem ser mais permissivos. 20,5% defendem que se deve correr apenas em pistas que tenham caixas de gravilha em zonas especificas e 19,7 querem simplesmente a abolição da regra. Foi uma votação equilibrada, mas a maioria olha para a regra atual como uma solução boa, sendo que parte dessa maioria defende apenas uma maior tolerância. A menor percentagem de votantes, excetuando os 3,8% que votaram na opção “outra”, são a favor de retirar completamente a regra, o que em circuitos com mais escapatórias beneficiaria os pilotos com menos qualidade.

VOX POP
leandro.marques
Os atuais pneus são enormes. 18” deram azo a que a visibilidade se tornasse muito complicada, daí não se poder comprar com carros de gerações anteriores (os de 13” duraram décadas).
Os pneus medem 305mm de espessura nos dianteiros e 405mm nos traseiros. Tendo isso em conta, defendo uma linha interior com guia sonora (como nas auto estradas comuns que avisam a saída de faixa) com 15cm de forma a o piloto sentir que está no limite, 5cm sem nada e depois a linha delimitadora atual. Penso que isto ajudaria ao espetáculo.
Seja isto ou não aplicado, e crendo que as pistas poderão não ser alteradas devido a outras provas motorizadas se desenrolarem nos circuitos, penso que o limite deveria ser inflexível em qualificação e em corrida só haver aviso / penalização caso houvesse nítida vantagem por ter ultrapassado o limite (ultrapassagem ou caminho atalhado).
F1 FOR FUN
2 metros de relva e corretores mais estreitos, se as pistas não aceitarem bye bye, escolham entre a Moto GP e a F1. Retirar as regras e temos palhaçadas como as corridas de NASCAR e Indycar no COTA. Mesmo assim onde há relva e gravilha a FIA adora











