A época não começou bem para com um 8º lugar no Monte Carlo e um sétimo na Suécia, mas no México as coisas pareciam poder estar a compor-se já que liderava o rali até bater e cair um poste de comunicações em cima do seu Hyundai i20 N Rally1. Mas em Portugal Esapekka Lappi assegurou o seu segundo terceiro lugar consecutivo depois da Croácia. Contudo, ele e o seus colegas pouco puderam fazer para contrariar Kalle Rovanpera: “Foi uma desilusão ver o [Kalle] a ganhar-nos sempre por 6-0. Mesmo na sexta-feira, ele não estava a abrir a estrada, mas estava quase a abrir a estrada e mesmo assim conseguia fazer tempos semelhantes aos nossos. Depois, com posições de estrada semelhantes, ganhou-nos a 100 por cento. É um pouco decepcionante ver este tipo de ritmo na outra equipa. Acho que também nos mostra que temos um trabalho a fazer enquanto equipa para tentar desenvolver o carro com mais afinco e sermos melhores no futuro” começou por dizer Lappi que quanto as áreas que considera que precisam de ser desenvolvidas, destacou a aderência…
Agora, vem aí a Sardenha e o troço de 50 quilómetros assusta um pouco: “Acho que o carro aguenta, talvez afete mais os pilotos. Aqui tivemos uma especial de 37 quilómetros. Não estava muito calor mas, dentro do carro, sentia-se bastante calor no final da etapa. A minha cara estava a ficar muito quente. Portanto, 50 quilómetros podem ser um verdadeiro desafio. “











