A diferença que um ano faz. A Ferrari está a ter um dos piores arranques de sempre e é preciso recuar até 2009 para ter um arranque pior do que o deste ano.
São apenas 26 pontos marcados até agora, com o melhor resultado a ser um quarto lugar de Carlos Sainz (no Bahrein). O espanhol tem 20 pontos marcados e Charles Leclerc, por conseguinte, tem apenas 6, com duas corridas a zeros. É um começo confrangedor para a Scuderia que queria aproximar-se do topo da tabela, tendo feito exatamente o contrário. No ano passado, à terceira corrida, a Ferrari tinha 101 pontos.
Também há um ano, a Red Bull tinha apenas 55 pontos, tendo agora 121 pontos. Uma mudança radical apenas superada pela evolução da Aston Martin que nas primeiras corridas de 2022 tinha zero pontos, tendo agora 65. Das equipas que lutam pelo pódio, a Mercedes manteve o nível e se no ano passado tinha 65 pontos, este ano tem 56.
O passo atrás da McLaren é claro e se no ano passado tinha 24 pontos, agora tem 12, todos conquistados na última corrida. A Alpine, no ano passado, tinha 22 pontos, mas agora tem apenas 8 e neste caso reflete-se mais a nova dinâmica do campeonato. Com apenas três equipas a lutar pelos primeiros lugares, sobravam mais vagas no top 10, mas agora com 4 equipas a lutar pelos pódios, sobram menos lugares nos dez primeiros.
Na luta Alfa Romeo vs Haas, o equilíbrio mantém-se e se no ano passado o “score” era 13-12 a favor da Alfa, este ano a Haas leva a melhor 7-6. A Alpha Tauri tem apenas um ponto marcado contra os 10 de 2022 e a Williams, apesar das melhorias claras, tem apenas um ponto, tal como no ano passado.












